Friday, November 06, 2009
El Luchador! ^__^
Friday, October 16, 2009
FAKE FAKE ilustraciones 2 "La Revanche"

Caros amigos e visitantes desse blog, estão todos convidados para a exposição do FAKE FAKE ilustraciones! Esse é um coletivo do qual faço parte. São 10 ilustradores (e um luchador) reunidos na Galeria POTRICH ( rua 52, Jardim Goiás. Goiânia-GO BRasil). A vernissage é dia 7 de novembro às 20h. Também teremos eventos paralelos como as palestras de Ciça Fittipaldi e Montalvo dia 6 de novembro (na FaV-UFG) e oficinas nos dias 14 e15 de novembro. Para mais informações entrem no site: www.fakefakeilustraciones.com
Expositores:
Jovan de Melo, Leandro Abreu, Yannick Taillebois, Sophia Pinheiro, Suryara Bernardi, Victor L. Pontes, Lupe Vasconcelos, Emília Pereira, Jader de Melo e (eu) Sarah Ottoni.
Show Mônica Salmaso e Pau Brasil
Dia 10 de novembro o "Projeto Música no Câmpus" apresenta: Mônica Salmaso e Pau Brasil, no Centro de Eventos da UFG (campus II). Imperdível!Fiz essa ilustração para o evento. Fiz o desenho com lápis 6B e digitalizei. Depois trabalhei cores e textura no photoshop. Estou mantendo a mesma linha do último cartaz. Mudando um pouco os personagens para fazer referência aos artistas.
Friday, September 18, 2009
Friday, July 10, 2009
Wednesday, June 24, 2009
Reforma de 1968
Tuesday, June 23, 2009
When Alice Meets the White Rabbit
Tuesday, June 09, 2009
Ilustração para o livro Ventos e Folhas
Estou trabalhando no projeto gráfico e ilustrando uma série de livros em parceria com o Hanisted para o projeto de extensão da Escola de Artes Cênicas da UFG, no qual a Profa. Ângela Café e seus alunos resgatam contos da cidade de Pirenópolis. O projeto engloba tanto os contos na oralidade quanto em sua forma literária.Acima, o boi do conto "Ventos e folhas"...
Friday, June 05, 2009
Monday, May 25, 2009
Wednesday, May 13, 2009
Tuesday, May 12, 2009
Photographer Yelena Yemchuk's portfolio
Sunday, May 10, 2009
La Parisienne
Essa garota ficou parecendo a primeira dama francesa, Carla Bruni Sarkozy. Conheci sua música em 2003 em Genebra e desde então sou fã de sua voz super doce e de sua contribuição para a chanson française.Talvez eu me aventure a desenhar a Edith Piaf ou Serge Gainsbourg... Quem sabe?
Bonne semaine a tous!
Friday, May 08, 2009
Fofa!
Acho que as melhores idéias são aquelas que chegam sem pretensão alguma. Muitos ilustradores falam que para o desenho fluir você tem que ser você mesmo... consequentemente você vai encontrar o seu estilo. Tenho que concordar. Não adianta se sentar e forçar alguma coisa que não dá prazer. Quando você está no caminho certo não precisa sofrer, o trabalho é prazeroso e o resultado pura satisfação.
Beijo
kissing is good!Pessoal vou postar os desenhos que fiz durante as aulas entediantes do cursinho que eu estou frequentando desde janeiro. (As aulas terminam agora na metade de maio. Ufa!)
No começo o caderno estava bonitinho, mas foi só começar a ver contabilidade e auditoria que eu já me distraí...
Quem me conhece sabe como são meus cadernos. ^_^
Só me concentro em sala de aula quando estou desenhando.
Então, passei os desenhos do caderno no scanner e estou brincando com eles. O resultado vocês vão ver aqui no blog.
Beijo!
Tuesday, April 14, 2009
Wednesday, April 08, 2009
A Justiça é cega...
Thursday, April 02, 2009
Ilustrações em pb para o Jornal da UFG
Ontem o Reuben me pediu para fazer duas ilustrações para o Jornal da UFG.
A primeira é sobre criação de peixes, a outra sobre a ditadura, mas só vão aproveitar a dos peixes mesmo.
O jornal deve sair essa semana. ^.^
A primeira é sobre criação de peixes, a outra sobre a ditadura, mas só vão aproveitar a dos peixes mesmo.
O jornal deve sair essa semana. ^.^
Thursday, March 26, 2009
Monday, March 16, 2009
Pintura Digital
Thursday, September 18, 2008
Tuesday, June 17, 2008
Ilustração Digital - Vintage Baby

Muito tempo sem postar nesse blog me deixou com a consciência pesada.
Estou com muita coisa pra fazer e tempo de menos... Mas não postei por falta de atividades não.
Minha última ilustração, quentinha saindo do forno pronta pra vocês se deliciarem.
Ultimamente estou me aventurando pelos campos da ilustração digital. Tinha parado por um bom tempo, estava me dedicando à aquarela. Não vou parar de fazer minhas aquarelas, mas vale a pena dar uma chance para o photoshop e para o painter de vez em quando.
Esse desenho aí eu fiz pra ilustrar uma embalagem de chocolate que eu e meu amigo Jader (www.hanisted.blogspot.com) estamos redesenhando nas aulas de Gestão de Design. A primeira apresentação foi um lixo, mas daí o Prof. Márcio deu umas dicas, disse pra explorarmos mais ilustração etc. Eu estava achando esse trabalho muito tedioso. Mas não podia deixar de fazê-lo.
O Jader desenhou umas coisas legais mas eu também queria ilustrar. Daí lembrei que adoro aqueles cartazes antigos do começo da propaganda, com ilustrações realistas com inspiração no movimento Art Nouveau. Então resolvi criar essa fofurinha aí pra colocar no projeto. Amanhã vamos apresentar pro professor ver a quantas anda o nosso trabalho...
Então, acabei de finalizar no photoshop com a minha wacom, muita poeira e teias de aranha não atrapalharam a idéia. Há mais de dois anos não a usava :-o)
Espero que gostem...
Friday, May 23, 2008
Sunday, March 16, 2008
Tuesday, February 26, 2008
Capa do livro sobre Aleitamento Materno (FANUT/UFG)

Essa foi a proposta aceita pelo pessoal da Faculdade de Nutrição da UFG. Eles não aprovaram a aquarela anterior porque não queriam representar nenhuma etnia... Então, tive que criar outra imagem. Dessa vez ainda usei a técnica da aquarela mas criei uma composição mais abstrata. Esse é o modelo final aprovado, pronto para ir para a gráfica.
Monday, February 04, 2008
Monday, January 21, 2008
Thursday, January 17, 2008
Wednesday, January 16, 2008
Monday, January 14, 2008
Sunday, January 13, 2008
Friday, January 11, 2008
Thursday, January 10, 2008
Wednesday, November 07, 2007
Thursday, November 01, 2007
Saturday, February 10, 2007
Pinóquio
Tentou se lembrar que dia era, mas viu que não tinha o relógio no pulso. Pensou então nas datas de validade dos alimentos que cozinhava naquele dia para se lembrar. Mas foi com a expiração do pacote de carne que se lembrou melhor. Era dia vinte de dezembro...
Havia mal dormido por causa do jantar exagerado que tivera com as amigas e a mistura de champagne, vinho tinto e rosé... Três garrafas para três garotas.
Se sentindo uma idiota retornou para casa. O calor da bebida a deixou mais alegrinha dispersando o sentimento de culpa por ter falado de suas fraquezas com as amigas. Vomitou um pouco para ver se melhorava, mas nada adiantou. Teria pesadelos de qualquer jeito naquela noite.
Foi um sonho estranho com uma figura estranha. Metade humana, metade madeira. Uma aparição que se apresentou primeiro com suas pequenas mãos debaixo da cama tentando tocar suas pernas. Mãos brincalhonas de criança, mas que a deixavam com muito medo. Depois o menino de madeira saiu de debaixo da cama e se apresentou em forma sobrenatural, meio deformado, desproporcional e com uma estranha textura que misturava pele de gente e madeira. Ele era uma pintura torta, uma “coisa” aterrorizante. O Pinóquio a fez lembrar da figura estranha que vira esculpida quando criança. Era familiar e bizarro. A amiga que estava presente no sonho veio correndo lhe advertir a não tocar no aleijado pois esse lhe transmitira uma doença de pele horrível. Também tinha cascas de madeira e farpas se arrebitando sob sua pele branca e gorda. Então elas se dirigiram ao espelho mais próximo para se olharem.
O garoto saiu rastejando de debaixo da cama e pediu um abraço.
Um soluço alto de choro acordou o namorado que dormia ao seu lado, uma conversa estranha sobre pinóquio em um sonho estranho fez o moço compreender que aquilo era um pesadelo.
Havia mal dormido por causa do jantar exagerado que tivera com as amigas e a mistura de champagne, vinho tinto e rosé... Três garrafas para três garotas.
Se sentindo uma idiota retornou para casa. O calor da bebida a deixou mais alegrinha dispersando o sentimento de culpa por ter falado de suas fraquezas com as amigas. Vomitou um pouco para ver se melhorava, mas nada adiantou. Teria pesadelos de qualquer jeito naquela noite.
Foi um sonho estranho com uma figura estranha. Metade humana, metade madeira. Uma aparição que se apresentou primeiro com suas pequenas mãos debaixo da cama tentando tocar suas pernas. Mãos brincalhonas de criança, mas que a deixavam com muito medo. Depois o menino de madeira saiu de debaixo da cama e se apresentou em forma sobrenatural, meio deformado, desproporcional e com uma estranha textura que misturava pele de gente e madeira. Ele era uma pintura torta, uma “coisa” aterrorizante. O Pinóquio a fez lembrar da figura estranha que vira esculpida quando criança. Era familiar e bizarro. A amiga que estava presente no sonho veio correndo lhe advertir a não tocar no aleijado pois esse lhe transmitira uma doença de pele horrível. Também tinha cascas de madeira e farpas se arrebitando sob sua pele branca e gorda. Então elas se dirigiram ao espelho mais próximo para se olharem.
O garoto saiu rastejando de debaixo da cama e pediu um abraço.
Um soluço alto de choro acordou o namorado que dormia ao seu lado, uma conversa estranha sobre pinóquio em um sonho estranho fez o moço compreender que aquilo era um pesadelo.
Friday, October 13, 2006
Recibos, cartões e tickets
Conto #1
Começou assim, a vontade de organizar tudo em sua vida. Os papéis, as pequenas tarefas, até mesmo depilar as pernas e pequenos afazeres eram anotados religiosamente naquela agenda que sempre guardava dentro da bolsa para o “acaso” de esquecer alguma coisa. Marisete revia tudo. Mesmo as revistas velhas poderiam conter alguma informação que lhe seria necessária no futuro. E as inúmeras cartas e cartões que colecionava... Tudo aquilo nunca veria o fim nas latas de lixo. Foi com estranha destreza que começou a colecionar também os recibos de supermercado que registravam a hora exata e o dia em que passara em determinado caixa. Nas compras, nada suspeito. Mas Marisete suspeitava de si mesma. Será que algum dia esquecerá que andou por ali? Ou alguém lhe perguntaria por onde andara. E ela, em um momento de lapso exitaria em dar a resposta. E se fosse a polícia? Poderiam levá-la presa ou para interrogatório detalhado por cometer o erro de cair em contradição? “-A senhora é suspeita de crime por não saber responder à pergunta: Onde estava no dia...” Os ouvidos de Marisete podiam até sentir a vibração da voz grave do policial. Já não dormia mais para bater-papo nos chats e trocar mensagens instantâneas na internet, falar um pouco de sacanagem, fantasiar as aventuras que não vivia e matar o tempo. Mas, seu prazer maior era olhar o reloginho que marca as horas no canto direito da tela do computador e pensar como era bom estar ali. Estar segura em casa e ninguém pensar mal dela. Sempre registrava tudo, é claro. Para que nunca suspeitassem dela e que ninguém questionasse a imagem de “cidadã modelo” ou “politicamente correta” de que tanto se orgulhara durante todos esses anos. O café forte que bebia adicionado aos truques de maquilagem que conhecia valiam como um santo remédio para manter o rosto bonito nas manhãs que seguiam suas noites de vigília virtual. Não era moça de sair muito, também não tinha muita intimidade com as colegas de trabalho. Mantinha relações objetivas no local de trabalho, simplesmente como se lidasse com objetos. Mas exibia sempre um sorriso impecável e dava a impressão de eterna felicidade. Suas saídas se resumiam aos centros comerciais e lojas de onde pediria sempre um recibo ou nota fiscal com a hora e a data para provar aonde estivera. Sentia certo prazer em estar segura. Sua vida era registrada a cada passo que dava. Números, compras, datas, cartões... Queria estar certa de que se lembrariam dela. Seria imortalizada através de seus registros assim como os astros são imortalizados pela imagem e livres de toda deterioração. Por onde passava deixava uma impressão agradável. Suas rugas e tensões estavam muito bem guardadas. A imagem de Marisete era fora de suspeita da prisão psicológica em que vivia.
Começou assim, a vontade de organizar tudo em sua vida. Os papéis, as pequenas tarefas, até mesmo depilar as pernas e pequenos afazeres eram anotados religiosamente naquela agenda que sempre guardava dentro da bolsa para o “acaso” de esquecer alguma coisa. Marisete revia tudo. Mesmo as revistas velhas poderiam conter alguma informação que lhe seria necessária no futuro. E as inúmeras cartas e cartões que colecionava... Tudo aquilo nunca veria o fim nas latas de lixo. Foi com estranha destreza que começou a colecionar também os recibos de supermercado que registravam a hora exata e o dia em que passara em determinado caixa. Nas compras, nada suspeito. Mas Marisete suspeitava de si mesma. Será que algum dia esquecerá que andou por ali? Ou alguém lhe perguntaria por onde andara. E ela, em um momento de lapso exitaria em dar a resposta. E se fosse a polícia? Poderiam levá-la presa ou para interrogatório detalhado por cometer o erro de cair em contradição? “-A senhora é suspeita de crime por não saber responder à pergunta: Onde estava no dia...” Os ouvidos de Marisete podiam até sentir a vibração da voz grave do policial. Já não dormia mais para bater-papo nos chats e trocar mensagens instantâneas na internet, falar um pouco de sacanagem, fantasiar as aventuras que não vivia e matar o tempo. Mas, seu prazer maior era olhar o reloginho que marca as horas no canto direito da tela do computador e pensar como era bom estar ali. Estar segura em casa e ninguém pensar mal dela. Sempre registrava tudo, é claro. Para que nunca suspeitassem dela e que ninguém questionasse a imagem de “cidadã modelo” ou “politicamente correta” de que tanto se orgulhara durante todos esses anos. O café forte que bebia adicionado aos truques de maquilagem que conhecia valiam como um santo remédio para manter o rosto bonito nas manhãs que seguiam suas noites de vigília virtual. Não era moça de sair muito, também não tinha muita intimidade com as colegas de trabalho. Mantinha relações objetivas no local de trabalho, simplesmente como se lidasse com objetos. Mas exibia sempre um sorriso impecável e dava a impressão de eterna felicidade. Suas saídas se resumiam aos centros comerciais e lojas de onde pediria sempre um recibo ou nota fiscal com a hora e a data para provar aonde estivera. Sentia certo prazer em estar segura. Sua vida era registrada a cada passo que dava. Números, compras, datas, cartões... Queria estar certa de que se lembrariam dela. Seria imortalizada através de seus registros assim como os astros são imortalizados pela imagem e livres de toda deterioração. Por onde passava deixava uma impressão agradável. Suas rugas e tensões estavam muito bem guardadas. A imagem de Marisete era fora de suspeita da prisão psicológica em que vivia.
Subscribe to:
Posts (Atom)














































